
..::Perfil::..
Nome: Luciene
Pseudônimo:
Lubarrel
O que gosto:
Literatura,
amizade, crianças...
O que não gosto:
Solidão,
tristeza, inveja.
O que admiro:
A persistência,
a boa ambição.
Meu hobby:
Internet, ler e
escrever poesias, contos...
Meu trabalho:
Professora
Minha graduação: 3º grau.
Meu lema:
Você e eu: nós!
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Será Anjo?
Levantei com o sol preguiçoso
Que descortinava lentamente
Meus olhos, ainda acariciados
Pelo sono dos justos.
Porém meu corpo doía
Por causa da gripe atrevida
Que insistia em me acompanhar.
Com a alma descansada e preparada
Para mais um dia na messe infinda
De repassar conhecimento, atenção,
Carinho, dedicação e propiciar
O contato dos alunos com a Educação,
Tomei o lotação meio vazio
E pus-me a caminho da escola.
Durante o percurso percebi
Que as pessoas que ali se encontravam
Foram saindo aos poucos
E o vazio passou a reinar no local.
Absorta em meus pensamentos
Pensei que ainda havia uma pessoa
Que permanecia sentada - atenta,
No banco atrás ao que eu sentava.
De relance pude até ver - de fato-
O semblante que era maduro
A pele parda , os cabelos presos
E a roupa colorida em tom azul,
Foi o que observei sem olhar para trás.
Absorta em meus pensamentos
Julguei que essa pessoa seria
Mais uma das tantas da vida
Que vão e vem no dia a dia
Labutando e buscando uma guarida.
Mas quão grande foi minha surpresa:
Quando apertei o botão do sinal,
Levantei do banco onde eu sentava
Olhei para trás e o que vi?
Não vi nada, e nem ninguém ali estava.
Cheguei ao destino - atônita,
Contei a alguns o ocorrido.
Falei palavras desconexas
Cheguei a pensar em coisas vis.
Mas alguém disse-me alegre:
"Seu anjo te acompanhou,
te observando , te velou".
Degustei essas palavras
Minh'alma se encheu de graça.
Resolvi então contar
para quem me deu a vida.
Minha doce e terna mãezinha
Olhou-me cheia de encanto
e relatou que orou tanto
pedindo a Deus em seu pranto
Que deixasse seus santos anjos
Acampando sobre os filhos seus.
Será que existe anjo?
O que vi era o meu anjo?
Se era, fui agraciada
Fico contente e sinto-me elevada
Pois, é como diz um poeta:
"No momento em que estou só
É que eu me encontro menos só".
(Lubarrel)
(FATO REALMENTE OCORRIDO NO DIA O2/05/2004)
[Sábado, Agosto 27, 2005]
Olá meus amados amigos! Quanta saudade estou de todos!
Visitem os links do lado direito (poesias) e logo abaixo, no lado esquerdo do blog tem scripts, tutorial e mais.. Para quem quiser e precisar de ajuda, ok?! Beijos carinhosos a todos!!!
por Lubarrel * 3:36 PM

[Sexta-feira, Agosto 12, 2005]
Minha gente amada, espero que esteja tudo bem com todos!!! A GRACE
voltou ao Brasil. Antes de vir ela enviou esse lindo cartão postal para mim. Obrigada amiga!!! Guardarei com muito carinho.


Meus alunos pintando o "Bonequinho Doce". História de Alaíde Lisboa que foi adaptada por mim.
Bonequinho Doce
(Adaptação: Lubarrel) (30/03/05)
Fafá e Naná eram irmãs muito unidas e espertas. Mas sentiam a necessidade e a vontade de ter um irmãozinho. Como a mamãe e o papai disseram que a "fábrica" de fazer irmãos já havia fechado, elas decidiram fazer um irmãozinho de brinquedo.
Foram até a cozinha, pegaram trigo, e açúcar. Fizeram uma massa misturando água. Amassaram, amassaram e montaram um bonequinho doce. Colocaram-no para secar. Quando já estava quase seco, elas o pintaram. O boné recebeu tinta em tom azul. A camisa foi pintada de vermelho e a bermuda de cor laranja.
Enquanto ele secava, elas resolveram brincar de balanço no quintal.
Quando o bonequinho doce secou, para a surpresa de todos, ele abriu os olhinhos, olhou de um lado para o outro, andou, viu a porta aberta e não viu ninguém. Então resolveu sair e começou a correr. As meninas perceberam a saída do bonequinho e foram atrás dele. Ele correu, correu...
Quanto mais elas o chamavam, mais ele corria.
Até que encontrou uns patinhos nadando em uma lagoa. Ficou maravilhado com o que estava vendo. O patinho gostou do bonequinho e o chamou para brincar. O bonequinho, que havia acabado de descobrir aquela maravilha de vida, ficou tão entusiasmado que não pensou e pulou dentro da água.
Fafá e Naná que estavam correndo logo atrás, deram um grito, mas nada adiantou, pois o bonequinho já estava desmanchando todo. Elas ficaram muito tristes e choraram.
De volta para casa, tiveram a idéia de montar outro boneco. Só que dessa vez teriam o cuidado de não deixá-lo sozinho.
Foram à cozinha e fizeram tudo novamente.
O bonequinho doce abriu os olhos, olhou para a porta e a viu fechada. Ficou quietinho e percebeu que estava sendo observado pelas meninas. Foi quando elas contaram para ele sobre o que havia ocorrido com o bonequinho anterior.
Então ele percebeu que as meninas gostavam muito dele e que elas estavam prevenindo-o, ensinando-o e preparando-o para os acontecimentos da vida.
Elas o chamaram de irmãozinho e brincaram juntos por longo tempo.
por Lubarrel * 1:15 PM

[Sexta-feira, Agosto 05, 2005]
Oi pessoal! Hoje vi um post super interessante no blog da
DEUSINHA.

Rosa Ríspida
Rosa que é rosa é
Rosa, rosácea , rara
Cálida, cândida e clara
Robusta, augusta , mas custa
vê-la - tê-la, sempre em graça.
Vejo a rosa vermelha
Sem brio de fato
Que trouxe o mal a fio
Aos filhos de seu ato.
Como pode ser uma rosa
Aquela que destrói a rosa?
Não... Não é a rosa...
A rosa que mata.
(Lubarrel)
por Lubarrel * 7:11 PM

[Terça-feira, Agosto 02, 2005]
Novidade: Veja o que fiz, mas a leitura está meio confusa pois salvei no Blogger americano.
por Lubarrel * 7:12 PM
